- O que aconteceu: A Sejusp realizou, em 30 de dezembro de 2025, voo com o VANT Harpia para monitorar áreas alagadas no Acre e apoiar equipes de resgate.
- Por que importa: Imagens em tempo real permitiram identificar moradores isolados, priorizar rotas seguras e direcionar recursos de atendimento onde havia maior necessidade.
- O que muda na prática: Uso do VANT agiliza decisão tática, reduz exposição de equipes em acesso difícil e reforça procedimentos de coordenação entre órgãos de segurança.
Por Redação EPA
Em uma ação de resposta a cheias, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) realizou um sobrevoo com o VANT Harpia para monitoramento e apoio a resgates — uma informação relevante para quem acompanha notícias da aviação.
O voo ocorreu na terça‑feira, 30 de dezembro de 2025, sobre o Rio Acre e o Igarapé São Francisco. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) e da Polícia Militar apoiaram a operação com imagens em tempo real que mapearam pontos críticos e rotas seguras.
O que isso muda na prática (piloto, mecânico e aluno)
- Pilotos/remotos: compreensão do papel do VANT como ferramenta tática para apoio à resposta, exigindo coordenação com equipes de solo e observância de áreas de operação restrita.
- Mecânicos/operadores: necessidade de manutenção preventiva e checagem de sensores e link de dados para garantir transmissão de imagens em tempo real durante operações críticas.
- Alunos/instrutores: treinamento em integração homem‑máquina e procedimentos de missão (briefing/debriefing) é essencial para operações em ambiente de desastre.
Análise Técnica EPA: segurança operacional e instrução
O uso do VANT Harpia ilustra a aplicação de sistemas aéreos não tripulados como ferramenta de consciência situacional em operações de busca e salvamento. Pontos técnicos relevantes:
- Risco operacional: choque com obstáculos vegetais, perda de link de comando ou condições meteorológicas (chuva intensa) que podem degradar sensores e comunicações.
- Procedimento: briefings prévios, definição clara de responsabilidades (coordenação Sejusp / CBMAC / Polícia Militar), faixas de altitude seguras e planos de contingência para perda de link.
- Treinamento: simulações de missões sobre áreas alagadas, familiaridade com rotas de evacuação e priorização de imagens para tomada de decisão em campo.
- Regulação: RBAC — Regulamento Brasileiro de Aviação Civil — reúne normas da ANAC aplicáveis; operadores de UAS devem observar autorizações e restrições específicas da autoridade aeronáutica.
O que sabemos e o que ainda falta confirmar
- Confirmado: Voo com VANT Harpia em 30/12/2025 para monitoramento de áreas alagadas no Rio Acre e Igarapé São Francisco.
- Confirmado: A ação integrou Sejusp, Corpo de Bombeiros Militar do Acre e Polícia Militar, fornecendo imagens em tempo real para apoio a decisões e resgates.
- Em apuração: autorizações específicas de ANAC/RBAC para o voo, altura operacional e parâmetros técnicos do voo (altitude, duração, link de dados) não foram detalhados na fonte.
Mini-glossário (1 minuto)
- VANT: Veículo Aéreo Não Tripulado; plataforma aérea controlada remotamente ou de forma autônoma.
- RBAC: Regulamento Brasileiro de Aviação Civil; conjunto de normas da ANAC que rege operações aeronáuticas.
- Sejusp: Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado do Acre, órgão coordenador da ação citada.
Fontes consultadas
- Sejusp — comunicado sobre voo do VANT Harpia (30/12/2025)
- Fonte 2 (em apuração)
- Fonte 3 (em apuração)
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