- O que aconteceu: Um comissário de bordo foi multado em €1.100 e recebeu suspensão de voo de cinco horas após teste de álcool no Aeroporto de Schiphol.
- Por que importa: Fiscalizações de sobriedade em tripulações afetam segurança operacional, escalas e procedimentos disciplinares das companhias aéreas.
- O que muda na prática: Reforço de checagens pré-voo, políticas internas e treinamentos sobre consumo de álcool e prontidão para voo.
Por Redação EPA
O que rolou em uma frase: Em notícias da aviação, inspeções em Schiphol levaram à detenção temporária de um piloto e à multa e suspensão de um comissário por álcool.
As verificações ocorreram na manhã de sábado (27) no Aeroporto de Schiphol, em Amsterdã. A Operação foi conduzida pela Equipe de Supervisão da Aviação em conjunto com a Royal Marechaussee dos Países Baixos.
Resumo da sequência: testes de alcoolemia foram feitos em 212 membros da tripulação. O comissário apresentou teor acima do limite legal de 0,02% — multa de €1.100 e interdição de voo por cinco horas. O piloto também havia consumido álcool, mas ficou abaixo do limite; recebeu proibição de uma hora e a companhia o afastou do serviço pelo restante do dia.
O que isso muda na prática (piloto, mecânico e aluno)
- Reforce a política pessoal: evite qualquer consumo de álcool antes de jornada ou de plantão; limites legais variam por país e operação.
- Para instrutores e alunos: inclua cenários de gestão de risco humano em briefings sobre CRM e segurança operacional.
- Para manutenção e operações: esteja preparado para efeitos em escala e programação quando membro da tripulação for impedido de voar.
- Companhias: validar procedimentos internos de conformidade e comunicação entre operação, RH e segurança de voo.
Análise Técnica EPA: segurança operacional e instrução
O episódio é um lembrete operativo: a sobriedade da tripulação é requisito essencial para a segurança do voo. Inspeções como essa visam reduzir risco humano e manter conformidade com normas locais. A Royal Marechaussee é a força policial militarizada que, entre outras funções, atua em segurança aeroportuária nos Países Baixos.
Do ponto de vista de instrução e treinamento: inclua checagens de prontidão (fitness for duty) em roteiros de briefing. Em ambientes internacionais, verifique a legislação local sobre limites de álcool e tempos mínimos entre consumo e início de serviço.
Observação regulatória: em diferentes jurisdições há normas equivalentes ao RBAC (Regulamentação Brasileira de Aviação Civil), que definem requisitos de operação; quando citado, RBAC refere-se a normas brasileiras que regem habilitação e operação de tripulações.
O que sabemos e o que ainda falta confirmar
- Confirmado: Fiscalizações em Schiphol na manhã de sábado (27) envolveram 212 membros da tripulação.
- Confirmado: Comissário excedeu limite legal de álcool de 0,02%, recebeu multa de €1.100 e interdição de voo por cinco horas; piloto recebeu proibição de uma hora e afastamento pela companhia.
- Em apuração: detalhes sobre procedimentos disciplinares internos da companhia aérea e se houve registro formal junto a autoridades de aviação civil.
Mini-glossário (1 minuto)
- Comissário de bordo: profissional responsável pelo atendimento e segurança dos passageiros a bordo.
- Royal Marechaussee: força policial militar dos Países Baixos com atribuições em segurança aeroportuária.
- Limite legal de álcool no sangue: percentual máximo permitido para tripulantes; no caso citado, 0,02%.
Fontes consultadas
- Mídia holandesa — reportagem sobre inspeções em Schiphol (27)
- Ministério Público dos Países Baixos — comunicado sobre multa e penalidade
- Equipe de Supervisão da Aviação / Royal Marechaussee — nota operacional
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