Imagem horizontal 16:9 da Airbus H160 faz amerissagem controlada em alto-mar na região de Cabo Frio, sem textos escritos

Airbus H160 faz amerissagem controlada em alto-mar na região de Cabo Frio

  • O que aconteceu: Helicóptero Airbus H160 (matrícula PR-OFB) da Omni Táxi Aéreo realizou uma amerissagem controlada no mar em Cabo Frio (RJ); ocupantes evacuaram e foram resgatados.
  • Por que importa: É um caso relevante para segurança operacional offshore, evacuação em água e coordenação entre operador civil e Marinha do Brasil.
  • O que muda na prática: Reforça necessidade de treinamento de emergência em água, verificação de equipamentos de sobrevivência e comunicação entre operador, SAR e autoridades.

Por Redação EPA

Helicóptero Airbus H160 da Omni Táxi Aéreo realizou uma amerissagem controlada em alto-mar na manhã de sexta-feira (2) e todos os ocupantes foram resgatados com segurança.

A ocorrência, reportada pela Marinha do Brasil e pela operadora, entrou nas notícias da aviação na manhã de 2 de janeiro de 2026; os sobreviventes evacuaram para o bote salva-vidas inflável e receberam suporte médico preventivo após o resgate.

Linha do tempo (resumo):

  • Manhã de 2/1/2026 — Amerissagem controlada na área marítima próxima a Cabo Frio (RJ).
  • Imediato pós-queda — Ocupantes utilizaram bote salva-vidas inflável de bordo até a chegada do resgate.
  • Posterior — A Marinha do Brasil realizou o resgate; ocupantes foram transportados por aeronave militar a um hospital para avaliação.

O que isso muda na prática (piloto, mecânico e aluno)

  • Pilotos e tripulação: reforçar procedimentos de amerissagem e abandono em água, checklist de sobrevivência e treinamento de preparação de passageiros para evacuação marítima.
  • Mecânicos e manutenção: atenção em inspeções pré-voo para aeronaves em operação offshore, estado e disponibilidade de equipamentos de flutuação e radiobalizas de emergência.
  • Alunos e instrutores: incluir cenários de amerissagem em simuladores e briefings sobre coordenação SAR (Search and Rescue) e comunicação com órgãos como a Marinha.

Análise Técnica EPA: segurança operacional e instrução

O caso envolve um H160 empregado no transporte offshore, perfil de operação que exige procedimentos específicos para risco de amerissagem. Não há, nas fontes, indicação de causa — portanto não assumimos falha técnica ou ambiental.

Pontos técnicos relevantes para instrução e operação:

  • Procedimentos de amerissagem/abandon ship: práticas de preparação pré-ame- rissagem, uso correto do bote salva-vidas inflável e prioridades de evacuação.
  • Equipamento de sobrevivência: verificação de coletes, botes, rádios pessoais e radiobalizas ELT (Emergency Locator Transmitter).
  • Comunicação e coordenação SAR: importância de briefings de rota, posicionamento de ponto de encontro (abort point) e integração com a Marinha para resposta em alto-mar.
  • Regulação e registros: o Registro Aeronáutico Brasileiro (ANAC) indica que a aeronave foi fabricada em 2024 e estava regular — RBAC (Regulamentos Brasileiros de Aviação Civil) aplicáveis definem requisitos para operação offshore e manutenção.

Recomendações práticas (sem atribuir causa): revisar treinamentos de abandono em água, confirmar condições e prazos de manutenção dos itens de sobrevivência e simular comunicações com SAR.

O que sabemos e o que ainda falta confirmar

  • Confirmado: A aeronave Airbus H160, matrícula PR-OFB, conseguiu amerissagem controlada e os ocupantes evacuaram para o bote salva-vidas (Fontes: Marinha do Brasil; Omni Táxi Aéreo).
  • Confirmado: Todos os ocupantes foram resgatados e encaminhados a avaliações médicas preventivas; a operadora informou que oito ocupantes evacuaram.
  • Em apuração: Circunstâncias que motivaram a amerissagem (causa técnica, condição meteorológica ou outra) e o número total de pessoas a bordo no momento do evento.

Mini-glossário (1 minuto)

  • Amerissagem: pouso controlado de aeronave sobre a água.
  • RBAC: Regulamento Brasileiro de Aviação Civil; estabelece requisitos operacionais e de manutenção (por exemplo, RBAC aplicáveis a operações offshore).
  • ANAC: Agência Nacional de Aviação Civil — autoriza e registra aeronaves no Brasil e fiscaliza requisitos operacionais.

Fontes consultadas


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